Pastor Cleiton Collins assume interinamente a presidência da Alepe

O terceiro suplente Sérgio Leite (PSC) ficará com a vaga que era do parlamentar falecido

Pastor Cleiton Collins deve assumir a presidência da Alepe e Sérgio Leite, o lugar na vaga de deputado. Fotos: Arquivos/DP
Pastor Cleiton Collins deve assumir a presidência da Alepe e Sérgio Leite, o lugar na vaga de deputado.
Fotos: Arquivos/DP
Com morte do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Guilherme Uchoa (PSC), assume o comando da casa interinamente, o primeiro vice-presidente, pastor Cleiton Collins (PP). Collins ficará durante o mês de julho e, em agosto, na volta do legislativo, no prazo em até cinco reuniões, será realizada nova eleição para vaga de presidente da casa. Na ordem de sucessão, o segundo vice-presidente o deputado Romário Dias (PSD), partido aliado ao governo do estado. Nesta quarta (4), haverá sessão extraordinária para votação de projeto.

Já o terceiro suplente Sérgio Leite (PSC) assume a vaga de Uchoa como deputado na Alepe. Sérgio fazia parte da coligação do PDT na época que Guilherme Uchoa foi eleito. Nesta manhã, a Alepe realizou uma reunião ordinária de abre e fecha, mas não houve expediente na casa.

Guilherme Uchoa faleceu na madrugada desta terça (3), no Hospital Português, no Recife. Vítima de edema pulmonar e parada cardíaca, o deputado estava em seu sexto mandato e ocupava a presidência da casa, também pela sexta vez. O velório acontece nesta manhã no plenário novo da Alepe e o sepultamento será à tarde, no Cemitério de Igarassu.

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Grande Expediente Especial lembra Dia Internacional contra o Abuso de Drogas e o Tráfico Ilícito

ENCONTRO – Reunião foi coordenada pelo presidente da Casa, Guilherme Uchoa (PSC), e partiu de uma iniciativa do deputado Pastor Cleiton Collins. Foto: Sabrina Nóbrega

Para marcar a passagem do Dia Internacional contra o Abuso de Drogas e o Tráfico Ilícito, celebrado no último dia 26, a Assembleia realizou, nesta quinta (28), a 15ª edição do Mutirão pela Vida, no pátio do Museu Palácio Joaquim Nabuco. A iniciativa reuniu comunidades terapêuticas para realizar atendimentos e orientar a população sobre o risco do uso de drogas. A data também motivou um Grande Expediente Especial sobre o tema, ocorrido no auditório do Edifício Governador Miguel Arraes.

Na abertura do Grande Expediente Especial, o presidente da Alepe, deputado Guilherme Uchoa (PSC), sublinhou que o combate ao narcotráfico é uma luta que reúne governos e países, com o objetivo de enfrentar o poder das quadrilhas e organizações criminosas. “O mundo está do jeito que está por causa desse mal, que acaba com a juventude e, consequentemente, com a sociedade. A droga entra pelas fronteiras para enriquecer poucas pessoas e desagregar famílias”, expressou.

Autor da iniciativa do mutirão e da realização do Grande Expediente Especial, o deputado Pastor Cleiton Collins (PP) afirmou que, nos últimos anos, as comunidades terapêuticas “vêm sofrendo perseguição”  e questionou o Relatório da Inspeção Nacional em Comunidades Terapêuticas – 2017, do Conselho Federal de Psicologia (CFP). “O Conselho quer confundir as pessoas. Tentam misturar no mesmo bolo as comunidades terapêuticas que cobram e internam pessoas involuntariamente com essas que estão aqui hoje”, afirmou.

Collins propôs a regulamentação dessas entidades em Pernambuco com base na normativa nacional. Para isso, pediu apoio para a aprovação do Projeto de Lei nº 1940/2018, de sua autoria, com esta finalidade. O parlamentar também propôs a criação de uma Frente Parlamentar em defesa dessas entidades e a criação de um “selo de qualidade”, numa parceria entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, “para diferenciar as que trabalham com seriedade das que não têm compromisso com a vida. “O Estado deve ajudar e não fechar essas instituições”, pontuou.

Assessora de Políticas Públicas da Confederação Nacional de Comunidades Terapêuticas (Confenact), a vereadora do Recife Missionária Michelle Collins (PP) disse que o CFP visitou apenas duas comunidades em Pernambuco, que não são entidades sem fins lucrativos, mas empresas. “As comunidades terapêuticas têm 50 anos de história. A Federação Pernambucana tem cerca de 50 associadas. Se precisar vamos cortar na própria carne, mas não podemos pagar o preço em nome de uma minoria”, disse ela.

O juiz titular da Vara de Execução de Penas Alternativas do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Flávio Fontes, condenou a “generalização” e sustentou que as instituições devem ser aperfeiçoadas, e não fechadas. Na mesma linha, o secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude de Pernambuco, Cloves Benevides, disse que o marco regulatório “vai valorizar quem trabalha com responsabilidade cidadã e penalizar as que utilizam da nomenclatura para fazer o mal”.

Gerente-geral de Processos de Saúde da Secretaria de Inclusão Social, Família e Direitos Humanos de Medellín, na Colômbia, Cesar Hernandes Correa reforçou que pobreza, falta de escolaridade e desemprego são fatores associados ao abuso de drogas. Ele ressaltou o lançamento, em abril, da campanha “Escuta Primeiro”, pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa busca fortalecer laços de confiança no âmbito familiar para ajudar crianças e adolescentes a crescerem saudáveis e seguros.  “Os modelos que trabalham contra a dependência química não devem ser perseguidos, mas complementados pela Academia, governos, sociedade e grupos econômicos”, agregou o colombiano.

Durante o Mutirão pela Vida, Wagner Aparecido Prudêncio, em tratamento contra dependência química, afirmou que vem sendo acompanhado na Comunidade Terapêutica Saravida por profissionais, monitores e coordenadores. “Estou tendo uma qualidade de vida que não tinha. Há 24 anos usando entorpecentes como o crack, perdi esposa, filho, carro… minha vida foi muito turbulenta. Lá, tenho o suporte necessário para ter uma vida de sobriedade”, acentuou.

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Pastor Cleiton Collins explica atividade das Comunidades Terapêuticas

Pastor Cleiton utilizou  a tribuna da ALEPE no dia 27 de junho de 2018 para explicar o funcionamento e defender a  importância do trabalho das comunidades terapêuticas na recuperação dos dependentes químicos.  Este ano são comemorados os 50 anos de fundação da primeira instituição que cuida de pessoas com problemas envolvidos ao uso e abuso de drogas.

Pastor Cleiton: Um mandato que acredita na recuperação de vidas

Pastor Cleiton Collins faz uso da tribuna neste 27 de junho de 2018 para convidar os Deputados, e toda a sociedade civil, para o ”15º Mutirão pela Vida”,  promovido por comunidades terapêuticas de Pernambuco em parceria com a Casa, que acontece no pátio da Assembleia Legislativa, cuja motivação é atender dependentes químicos que estão buscando tratamento.

Pastor Cleiton Collins anuncia GEE para lembrar dia internacional contra as drogas

Reunião PlenáriaA Assembleia Legislativa promove, na manhã desta quinta (28), um Grande Expediente Especial (GEE) em comemoração ao Dia Internacional contra o Abuso de Drogas e o Tráfico Ilícito. Na ocasião, serão discutidos a importância do combate aos entorpecentes e o trabalho das comunidades terapêuticas e das casas de recuperação. Na Reunião Plenária desta quarta (27), o deputado Pastor Cleiton Collins (PP), autor da iniciativa, convidou todos os deputados para o evento.

Collins lembrou que todos os anos a Alepe realiza, paralelamente ao GEE, um mutirão no pátio do Palácio Joaquim Nabuco, com a presença de comunidades terapêuticas que fazem atendimento a dependentes químicos. “A Assembleia sempre parou para debater a questão do submundo das drogas. Amanhã será um dia de excelência, em que esta Casa vai prestar um grande serviço à população de Pernambuco”, destacou o parlamentar.

O deputado também comentou que essas entidades realizam atendimento espontâneo. Segundo ele, há uma “confusão” ao se dizer que a comunidade terapêutica conduz o paciente de forma involuntária. “Isso não existe. Nas clínicas particulares, o tratamento é feito à base de medicamentos, e isso não acontece nas casas de recuperação”, comparou.

De acordo com o parlamentar, foram convidados para o Grande Expediente Especial representantes do Ministério Público de Pernambuco, do Poder Judiciário, entre outros. Cleiton Collins também quer a criação de uma nova Frente Parlamentar em defesa das comunidades terapêuticas.

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Aprovado, voto de congratulação a SBB, proposto pelo Pastor Cleiton Collins

Bíblia – Na Reunião Plenária desta tarde também foi aprovado um Voto de Congratulações peloVOTO DE CONGRATULAÇÃO - “Sociedade Bíblica Brasileira gera emprego e renda”. Foto: Roberto Soaresaniversário de 70 anos da Sociedade Bíblica Brasileira (SBB), proposto pelo deputado Pastor Cleiton Collins (PP). Fundada no dia 10 de junho de 1948, a SBB é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a difusão da Bíblia. “Além de fazer parte dessa missão de levar a palavra de Deus aos locais e países que o Evangelho ainda não alcançou, a SBB gera emprego e renda”, registrou o parlamentar.

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Pr. Cleiton Collins faz homenagem aos 70 anos da Sociedade Bíblica do Brasil

 

Para homenagear solenemente os 70 anos de fundação da Sociedade Bíblica do Brasil foi aprovado em Plenário o Voto de Congratulações de autoria do Deputado Pr. Cleiton Collins. A SBB É uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a difusão da Bíblia. “Além de fazer parte dessa missão de levar a palavra de Deus aos locais e países que o Evangelho ainda não alcançou, a SBB gera emprego e renda”, registrou o parlamentar em seu pronunciamento.

Pastor Cleiton Collins repudia “exposição cultural” em cartaz na UFPE

Pastor Cleiton Collins foi à tribuna, na Reunião Plenária do dia 31 de maio de 2018 para repudiar a exposição coletiva “Tramações: Cultura Visual, Gênero e Sexualidade”, em cartaz no Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife.

Na avaliação do deputado, a mostra “fere os princípios da ética, da moralidade e da família. Entre as criações expostas, há caricaturas e distorções nitidamente ofensivas às religiões cristãs, com desrespeito aos objetos de culto”, definiu, descrevendo fotos de alguns trabalhos expostos, nos quais imagens da Bíblia, de Jesus e de santos católicos coexistem com as de órgãos sexuais. “Estão dizendo que é uma exposição cultural, mas não é isso que queremos ver na cultura brasileira”, acrescentou.

A indicação etária, de 14 anos, também preocupa o parlamentar. “Precisamos ter limites e proteger nossos adolescentes. A liberdade de expressão deve ser respeitada ao máximo, mas ela não pode ser usada como escudo para se fazer o que bem entende, ferindo outros direitos básicos”, sustentou, solicitando à Mesa Diretora que envie ofícios à UFPE e ao Ministério Público, solicitando esclarecimentos.

Pastor Cleiton Collins repudia mostra coletiva em cartaz no campus da UFPE

O deputado Pastor Cleiton Collins (PP) foi à tribuna, na Reunião Plenária desta quinta (31), repudiar Reunião Plenáriaaexposição coletiva “Tramações: Cultura Visual, Gênero e Sexualidade”, em cartaz no Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. Na avaliação do parlamentar, a mostra “fere os princípios da ética, da moralidade e da família”.

“Entre as criações expostas, há caricaturas e distorções nitidamente ofensivas às religiões cristãs, com desrespeito a objetos de culto e a personagens reverenciados”, definiu, descrevendo fotos de alguns trabalhos expostos, nos quais imagens da Bíblia, de Jesus e de santos católicos coexistem com as de órgãos sexuais. “Estão dizendo que é uma exposição cultural, mas não é isso que queremos ver na cultura brasileira”, acrescentou.

De acordo com o site da universidade, a mostra “conta histórias reais e ficcionais a partir de poéticas que buscam sentir os feminismos, os discursos queer, o corpo e as relações de poder, a produção pós-pornô e os marcadores sociais da diferença”. A indicação etária, de 14 anos, também preocupa o parlamentar.

“Precisamos ter limites e proteger nossos adolescentes. A liberdade de expressão deve ser respeitada ao máximo, mas ela não pode ser usada como escudo para se fazer o que bem entende, ferindo outros direitos básicos”, sustentou, solicitando à Mesa Diretora que envie ofícios à UFPE, pedindo esclarecimentos, e ao Ministério Público, solicitando providências.

O discurso ganhou o apoio dos deputados Adalto Santos (PSB), Henrique Queiroz (PR) e Zé Maurício (PP), que se manifestaram em apartes. “Vamos unir as forças desta Casa e do Governo do Estado, acionar o Ministério Público e pedir que essa exposição seja encerrada”, propôs Santos. “Isso demonstra que alguns grupos usam o nome da cultura para fazer ofensas”, acrescentou Queiroz. “Liberdade não pode ser confundida com libertinagem”, concluiu Zé Maurício.

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Plenário aprova afixação de cartazes em ônibus intermunicipais para prevenir assédio sexual

O Plenário acatou por unanimidade, nesta quarta (23), o substitutivo ao Projeto de Lei nº 1852/2018, do deputado Adalto Santos (PSB), que obriga a colocação de cartazes em ônibus intermunicipais para prevenir o assédio sexual. Durante a discussão da matéria, o deputado Edilson Silva (PSOL) apoiou a iniciativa, mas lamentou que a Assembleia tenha vetado a inclusão de debates sobre violência contra a mulher nas escolas em 2015, quando foi apreciado o Plano Estadual de Educação. O deputado Pastor Cleiton Collins (PP) rebateu o psolista.

Silva disse que o projeto é importante e revela a preocupação dos deputados com o problema. “Só que as mulheres não passam o tempo todo nos ônibus”, ressalvou. “Precisamos do compromisso de formar cidadãos que as respeitem em qualquer situação, e o lugar privilegiado para fazer essa construção são as escolas”, refletiu o psolista, citando que legislações municipais têm vetado a discussão do tema em sala de aula em cidades como Garanhuns, no Agreste; Petrolina, no Sertão do São Francisco; e Araripina, no Sertão do Araripe.

Cleiton Collins, que também elogiou o projeto de Adalto Santos, disse que a discussão levantada por Edilson Silva “está esgotada”. O progressista afirmou existir “uma cortina” em torno do tema. “Sabemos o que está por trás disso. Nossas crianças precisam, sim, ser educadas sobre a violência contra a mulher, mas a gente pode fazer isso em casa”, continuou. “A família pode contribuir com essa discussão e deixar que o Estado cuide da educação básica.”